TATUADAS GOSTOSAS

22 de dezembro de 2012

Por Marcelo Galega















Americano conhecido como ‘homem-gato’ morre aos 54 anos

13 de novembro de 2012

Por Marcelo Galega

Conhecido como “homem-gato”, o norte-americano Dennis Avner morreu aos 54 anos no último dia 5 de novembro. A causa da morte não foi divulgada.

Avner era um dos artistas performáticos mais famosos do mundo. Descendente de índios huron e lakota, da América do Norte – seu nome indígena é Stalking Cat (“felino caçador”) – , o “homem-gato” começou a modificação extrema do corpo aos 23 anos.

Em 2009, ele esteve no Brasil e afirmou ao G1 que não se incomodava com os olhares das pessoas, que ficavam curiosas e surpresas com sua aparência.

“Eu sou uma atração em qualquer parte do mundo. Não me importo com o assédio das pessoas, porque isso acontece em todos os lugares aonde vou”, disse Avner.

Fonte G1

GRAÇA FOSTER DIZ TER TATUAGEM, GOSTAR DE ROCK E NÃO TER PROBLEMAS POR SER 1ª PRESIDENTE DA PETROBRAS

30 de outubro de 2012

Por Marcelo Galega

Acordar no meio da madrugada para fazer anotações e ir ao estádio de futebol sozinha são alguns dos hábitos da presidente da Petrobras, Graça Foster, revelados hoje (30) ao falar sobre o perfil de mulheres em altos cargos durante o seminário Mulheres Reais que Transformam, no Rio.

Torcedora do Botafogo, ela também falou sobre a infância modesta, no Complexo do Alemão, na Penha, zona norte da capital fluminense, de suas preferências musicais, de Beatles e Janis Joplin, que gosta de ouvir quando consegue almoçar sozinha. “Adoro rock”, disse, além de assumir ter tatuagens “até em locais que a roupa não mostra”.

Uma das 20 mulheres mais poderosas do mundo, segundo a revista norte-americana “Forbes”, Graça declarou ainda que nunca sofreu constrangimento por ser a primeira mulher presidente de uma das mais importantes empresas do planeta.

“Talvez, por ter passado por todos os níveis, entrei muitas vezes na sala da presidência como diretora, como gerente. Hoje, quando sento na minha cadeira, vejo que o poder vem carregado de dever”, disse.

Do alto do seu 1,79m, ela se definiu como uma pessoa segura e avaliou que o desafio da presidência, para homens ou mulheres, chama-se responsabilidade. “O poder vem quando é esperado que você dê o primeiro passo”.

Engenheira pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e economista, Graça, que começou na Petrobras como estagiária, aos 21 anos de idade, e era mãe de uma menina de 2 anos, disse que chora nos momentos íntimos, como qualquer pessoa, mas também xinga e dá broncas, quando necessário.

“É amor, carinho e cobrança”, ressaltou. “Sou extremamente disciplinada. Trabalho e estudo muito até mesmo para uma conversa simples. Então, eu cobro, embora nem sempre seja nesse tom ”, completou.

A liberiana Leymah Gbowee, Prêmio Nobel da Paz, em 2011, também falou durante o seminário. A ativista africana defendeu a necessidade de as sociedades enfrentarem estereótipos e sugeriu que mulheres bem sucedidas “ajudem umas as outras”. “Se você ocupou seu espaço, veja como pode ajudar outras mulheres a plantar seus pés firmes nesta terra e a exercer seu potencial”.

***

E você que acha que a pessoa que tem tatuagem nunca vai conseguir um emprego, onde vai enfiar a cara agora?

Fonte: Uol Notícias
Dica do Daniel Emmerick

GALERIA OLIDO ABRE DATA PARA DEBATE DURANTE A EXPOSIÇÃO ‘NA PELE’

29 de outubro de 2012

Por Marcelo Galega

A exposição “Na Pele – grupos que se comunicam e se identificam pela tatuagem”, em cartaz até o dia 14 de dezembro na Galeria Olido, em São Paulo, abre espaço para um debate que juntará à mesa nomes de peso da cultura e contracultura atual, a fim de discutirem como a tatuagem se posiciona na sociedade hoje.

A arquiteta, artista plástica e diretora artística da Galeria Choque Cultural, Mariana Martins será a mediadora do fórum de discussão que acontecerá dia 5 de novembro, às 19hs, com presença do jornalista, escritor e redator do Fantástico, Toni Marques; o artista plástico e performer, Filipe Espindola; a mestre em arte, cognição e cultura, Sara Panamby; o body piercer, mestre de Yoga e autor do livro Lindo de Doer, André Meyer, além de Paulão Tattoo, um dos primeiros tatuadores do Brasil e curador da “Na Pele”.

Os temas abordados serão os motivos que levam uma pessoa a se tatuar, a tatuagem como forma de identidade e tatuagem como arte e formas de expressão com o corpo. A participação é aberta ao público e poderá que poderá se inscrever no dia, sem reserva com antecedência.

Onde: Galeria Olido
Av. São João, 473 – República São Paulo, 01035-000, Brasil (0xx)11 3331-8399
Quando: 05 de novembro de 2012, às 19h: 30m.
Entrada: gratuita
Realização: DEC
Produção: Feel Filmes

Onde estão as tatuagens dos bandidos?

10 de outubro de 2012

Por Marcelo Galega

Resultado do seu preconceito

9 de outubro de 2012

Por Marcelo Galega

Reflexão…

8 de outubro de 2012

 

 

Juiz pode fazer tatuagem e trabalhar normalmente

29 de setembro de 2012

Por Marcelo Galega

A notícia abaixo é um relato de um Juiz tatuado e mais um balde de água fria na cara dos falsos moralistas.

“O grande problema é que as pessoas firmam convicções sobre outras mais pela aparência do que pelo caráter. E é por isso que estelionatários bem trajados e articulados fazem a festa!

Texto do site O Consultor Jurídico escrito Adriano Rodrigo Ponce de Oliveira

Não faz muito tempo que resolvi fazer tatuagens. Não foi uma decisão difícil não, pois achava legal e concluí que não havia, como de fato não há, impedimento algum. Eu queria também provar para mim mesmo que tinha me livrado de uma pitada de preconceito que tinha na época da atividade policial. E talvez ajudasse outras pessoas a desmistificarem certas impressões…

Geralmente a primeira reação de quem toma ciência das “tatoos” é a de surpresa. Afinal, há algum tempo não se cogitava que um magistrado fosse tatuado. Aliás, a sociedade, de maneira geral, atrelava a tatuagem ao delinquente.

O preconceito e a discriminação contra os tatuados estão sendo gradativamente reduzidos. A prática se difundiu e as pessoas estão se acostumando com as tatuagens e se convencendo de que não passam de adornos.

Eu mesmo me perguntei, no dia seguinte ao do início do desenho: será que quem me avistar na rua vai pensar que eu não presto só por causa da tatuagem? Será que ontem eu era pessoa de bem, cumpridora dos deveres, e hoje, apenas por conta do desenho, já não tenho valor algum, já não sou digno de respeito e confiança? Pior que para alguns é exatamente isso…

O grande problema é que as pessoas firmam convicções sobre outras mais pela aparência do que pelo caráter. E é por isso que estelionatários bem trajados e articulados fazem a festa!

Recentemente um candidato ao cargo de soldado PM 2ª Classe foi reprovado porque a tatuagem era maior do que a permitida pelo edital e o tribunal paulista o reintegrou ao concurso (Apelação nº 0030009-93.2010.8.26.001). O mesmo Tribunal condenou quem fez tatuagem em menor de 18 anos sem consentimento dos pais pela prática de lesão corporal grave pela deformidade permanente (Processo 0008522-88.2009.8.26.0070). Mas o objetivo aqui não é estimular ninguém a se tatuar ou alertar para os riscos, pois cada um tem seu livre arbítrio e sabe se poderá ou não sofrer prejuízo, especialmente no campo profissional. Quero apenas relatar situações curiosas que já vivenciei em audiências.

Certa vez, ouvindo um usuário de drogas, queria saber dele se tinha adquirido maconha do réu acusado de tráfico. Ele confirmou. Eu perguntei se tinha sido a única vez e ele respondeu afirmativamente. E assim prosseguimos dialogando: Mas você já sabia que ele vendia? Não, senhor! Ele ofereceu? Também não. Mas então como é que a compra se consumou? Doutor, eu estava na fissura. Entrei num bar e avistei quatro “caras” sem camisa, todos tatuados, e logo pensei: esses caras devem vender o bagulho! Com a insinuação, por parte do próprio usuário, de que só pelo fato de ostentar tatuagens (inclusive no mesmo local em que tenho a minha), os indivíduos poderiam ser traficantes, o escrevente e o promotor discretamente sorriram para mim. Surpreendido com o raciocínio do dependente, respirei fundo para não rir e prossegui, prevendo que na minha carreira ainda enfrentaria momentos hilários por conta das tatuagens. Encerrada a audiência, diante apenas dos servidores, eu refleti: será que algum dia alguém vai perguntar para mim se eu vendo o “bagulho”? A risada foi geral…

Noutra oportunidade um réu acusado de estelionato lamentou muito por ter voltado a infringir a lei. Confesso, ele fez de tudo para demonstrar arrependimento e tradicionalmente pedir uma nova oportunidade para voltar ao convívio social. Ao final, suplicou: “Meritíssimo, só espero que me dê uma chance e que não me julgue pelas tatuagens que tenho pelo corpo!”. O mesmo escrevente e o mesmo promotor olharam para mim e aguardaram a minha reação. Não tive dúvida: fiquei de pé, exibi a tatuagem até então escondida sob a camisa e acalmei o interrogando: “fique tranquilo rapaz, só pelo fato de ser tatuado você não será condenado não”… Ninguém esperava que eu pudesse fazer aquilo. Mas a minha atitude reduziu a tensão e quem estava presente, ao mesmo tempo em que ficou surpreso, reagiu positivamente. Fiquei sabendo até que a advogada depois elogiou a minha postura…

Em outras oportunidades nas quais criminosos foram reconhecidos pelas vítimas e testemunhas principalmente por causa de tatuagens identificadoras, também tive de me controlar porque achei graça dos meus colegas de trabalho, que não perdem a oportunidade de fazer seus comentários bem-humorados sobre o elo que ainda existe entre a tatuagem e o mundo do crime, tudo para me provocar.

O fato é que além de eu ter feito o que desejava sem me preocupar com julgamento alheio (mesmo porque não prejudicaria ninguém), parece que ainda me divertirei bastante com isso tudo…


Tatuagem influencia seu espírito empreendedor?

18 de setembro de 2012

Por Marcelo Galega

Esse foi o título dado à matéria do Jornal do Empreendedor e foi indicado por uma antiga amiga, Claudia. A matéria me chamou atenção e decidi criar o texto abaixo:

Em 2005, quando comecei a escrever o livro Tattoo Your Soul, o assunto tatuagem e mercado de trabalho era visto como uma combinação de “mau gosto”. Aliás, para muita gente (cabeça fechada) ainda é.

O livro foi lançado em 2009 e de lá pra cá, eu fui questionado inúmeras vezes por pessoas não-tatuadas e até mesmo tatuadas que as pessoas que tem tatuagem não conseguem emprego e não passam credibilidade. O que mais me intriga, é esse discurso partir de pessoas tatuadas. O que não faz o menor sentido. Como pode uma pessoa ir contra a idéia dela mesma? Já, o mesmo discurso vindo de uma pessoa não tatuada, é um pouco mais fácil de “digerir”. Mas de nenhuma forma eu aceito.

Longe de mim acreditar que os tatuados são mais capazes ou mais inteligentes que os não tatuados, até mesmo porque uma tatuagem é apenas um desenho e não capacita (nem descapacitada) ninguém a nada.

O que eu realmente acredito é que a pessoa que entrega seu corpo à uma arte criticada e vista, erroneamente, como algo negativo, é uma pessoa mais segura de suas ideias e atitudes. Essa pessoa não vive a vida baseada em alguns paradigmas ou velhas ideias que jamais levariam o mundo para frente.

O livro Tattoo Your Soul vendeu toda sua primeira edição e eu já estou providenciando a segunda com a ajuda de muitos. E o que me motiva é saber que não estou só nesta ideia, pois outras pessoas e empresas começam a criar seus projetos com o mesmo assunto.

A UNIT34 e produtora Yodeley lançaram um vídeo que fala sobre a tendência da tatuagem e o modo diferenciado de pensar daqueles que são adeptos à cultura de desenhar em seus próprios corpos.

O projeto chama-se Trend Tattoo é resultado de uma pesquisa baseada em entrevistas com jovens e adultos tatuados, psicólogos e profissionais especializados em comportamento humano. O estudo foi realizado pelo especialista em Decisões Estratégicas Flavio Ferrari, antigo CEO do Ibobe Media.
De acordo com o vídeo, as pessoas tatuadas têm comportamento diferenciado inclusive no mundo dos negócios. Como é uma atitude de auto-afirmação, a tatuagem influencia seu espírito empreendedor. Os tatuados possuem controle sobre si mesmos e sabem lutar pelo que querem. Confira:

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Mais uma notícia que é um balde de água fria na cara dos falsos moralistas e outras pessoas que acharam que bastava apenas seguir o manual de etiqueta profissional e sua vida já “estaria ganha”. Porém, o mais importante foi deixado para trás: A auto confiança.

Vocalista do Marron 5 é expulso de academia por causa de suas tatuagens

17 de setembro de 2012

Por Marcelo Galega

Adam Levine cresceu em Los Angeles, na Califórnia, onde ele jamais seria chateado por causa das várias tatuagens em seu corpo. Mas nem todas as sociedades aceitam bem esse tipo de coisa. O vocalista do Maroon 5, que adora mostrar o corpo, estava malhando numa academia na Coreia do Sul, sem camisa, quando os funcionários pediram para ele cobrir as tattoos ou ir embora.
“Eu assegurei a eles que o tigre não era de verdade e que não machucaria ninguém. Eles não acharam engraçado. Graças a DEUS não viram o tubarão”, escreveu Adam, bem-humorado, em seu Twitter. “O gerente me deu uma dura. Eu cantei ‘Gangnam Style’ e fiz a dança e tudo o mais. Silêncio. Os policias também não gostaram”. O cantor de “Moves like Jagger” terminou a série de tweets garantindo que nada disso estragou sua visita ao país:
“Mal-entendidos a parte, a Coreia foi incrível, o máximo. Obrigado. Manila, aqui vamos nós”.

Li aqui > O Globo 

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Notícia boa para nós brasileiros: Há ignorantes em todo o mundo!

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